Pensamento de empresário do Século 21

Categoria: Administração

Autor(a): Elberto Mello | Colaborador(es): Jornalismo Top.Co. | Cidade: Campinas | 24/06/2013 - 21:46

O século 21 obrigou o mercado a fazer mudanças drásticas. O pensamento teve que mudar. O pensador também. As empresas tiveram que se reciclar para não quebrar
Pensamento de empresário do Século 21 Foto meramente ilustrativa: Divulgação

Pensamento de empresário do Século 21 Foto meramente ilustrativa: Divulgação

“O homem é um animal racional. Penso, logo existo”, dizia Descartes no século 17. Todos nós sabemos disto e aceitamos esse pensamento. No entanto, os tempos atuais têm mostrado que até o “pensamento evoluiu para patamares mais elevados” dentro do próprio pensamento. A inteligência humana foi ampliada ainda mais. Passamos da inteligência instintiva para a inteligência emocional, para a inteligência racional e para a inteligência essencial ou espiritual. É o famoso “QS”, Quociente Espiritual profundamente ventilado em tantos artigos no mundo todo.
Trocando em miúdos, o empresário do século passado pensava em termos de produtos e lucros, sem priorizar qualidade e pessoas. Pronto. É isso aí. “Quer, quer, se não quiser, outro quer!”
A era industrial do século 20  fortalecia o conceito de “emprego” e confirmava as palavras de Henry Ford quando oferecia seus carros ao mercado: “Pode escolher a cor que quiser, desde que seja preto”. Ou então: “Por que tenho de escutar as pessoas, se elas só me interessam do pescoço para baixo?”. Produtividade era um conceito definido por “quantidade de produtos fabricados”. Não se priorizava “qualidade de produtos fabricados”.
Outra frase de efeito, ainda ouvida nos dias de hoje é: “Você foi contratado para fazer o que é mandado e não para pensar. Aqui quem pensa sou eu”.
Hoje tudo mudou. Milhares de empresas quebraram. Milhões de pessoas perderam emprego. Empregabilidade é um termo restrito a dois grupos de pessoas: as que ganham muito pouco – a grande maioria – e as que ganham excelentemente – a minoria das minorias. Pensar como antes ficou para aqueles que quebraram ou que estão em vias de quebrar. Pessoas e empresas tornaram-se Produtos com Prazo de Validade Vencido ou A Vencer. Por quê?
O século 21 obrigou o mercado a fazer mudanças drásticas. O pensamento teve que mudar. O pensador também. As empresas tiveram que se reciclar para não quebrar. As pessoas que trabalham nelas e com elas também. Pensar como empresário se tornou norma e obrigação de todo mundo em todos os degraus da pirâmide corporativa. E nos negócios pet essas características já são realidades, não é mesmo leitor da Pet Center
O profissional de limpeza – a quem as pessoas dentro da empresa chamam de “faxineiro” – tem que pensar como empresário do século 21 a fim de “produzir mais com menos”. Por isso este profissional precisa conhecer profundamente a matéria-prima que ele usa no seu “métier”, a fim de utilizar o produto certo no local certo, investindo o mínimo e conseguindo o máximo de resultados. Tudo isso, com alegria, disponibilidade e motivação pelo trabalho que realiza.
Diminuição de custos, aumento de lucros, conforto, beleza e higiene beneficiam todas as pessoas da corporação e são um belo cartão de visita para os potenciais clientes que visitam a empresa. Um profundo respeito para com o cliente em primeiro lugar, sim, mas antes desse primeiro lugar, existe um outro lugar que vem antes do primeiro no pensamento empresarial deste século: um profundo respeito para consigo mesmo e para com sua empresa, a empresa na qual trabalha como funcionário, agregado, terceirizado ou colaborador.
Um profundo respeito também para com as pessoas que fazem parte desta família que se vê todos os dias e com os quais se passa mais de oito horas por dia juntos. Isto é pensar como empresário do século 21 qualquer que seja a função desempenhada: secretária, profissional de logística, motorista, telefonista, profissional de vendas, líder, gerente, diretor, presidente, atendente.
Teoria? “Ah, como seria bom, se....” Não, senhor! Trabalho também focado em reeducação humana e corporativa com valorização e acompanhamento diário. Quem quiser, seja bem-vindo. Quem não quiser mudar para melhor, quem não quiser se reeducar em pensamentos, sentimentos, palavras, atitudes, comportamentos de século 21, com foco em qualidade e produtividade humanas, tem opção de se mudar para onde quiser, porque não é obrigado a fazer parte do time.
Junto com os lucros e crescimento é preciso priorizar também uma reeducação humana e corporativa que se preocupe em proporcionar melhor Qualidade de Vida dos seus, a fim de manter resultados de excelência.
Não adianta fantasiar com conceitos de boca para fora e não mudar de verdade por dentro. “Faça o que eu digo e não o que faço” – este tipo de liderança mentirosa não se enquadra mais em resultados de excelência, pois SE as pessoas  – que trabalham na dita corporação ou com a própria empresa – não se reciclarem também para serem  pessoas felizes na sua humanidade como pais, mães, filhos, maridos, esposas, os resultados de excelência tão desejados e necessitados não acontecerão com a força e constância que devem.
Pessoas infelizes ou que se sentem realmente exploradas em seu ser não geram resultados de excelência, esta é que é a verdade. Por isso, você que é Líder e que exerce uma liderança de prestar serviço a todos os que estão sob a sua responsabilidade, você tem que enxergar isto o mais rápido possível.
Pensar como Gestor garantindo que tudo funcione o melhor possível para que os resultados sejam sempre os melhores dos melhores é obrigação de todos, cada um na sua área, não resta mais dúvidas. Mas se não se priorizar um pensamento que gere Felicidade e Qualidade de vida Humana para todos os que trabalham conosco, nossa “felicidade de ganhos altamente competitivos” não durará muito tempo, pois estaremos matando a galinha dos ovos de ouro, que são as pessoas altamente motivadas, preparadas, conscientes que fazem a diferença, toda a diferença, neste competitivo e avassalador mercado de guerra do século 21.
É preciso evitar que Empresas e Pessoas se tornem doentes, vítimas do mal do século: o desprezo aos “limites” humanos e o desconhecimento das “pausas” que recarregam as baterias humanas.
Empregados e empregadores, prestadores de serviço e colaboradores, todos também precisam ser felizes dentro de si e na sua vida particular. Conciliar uma coisa e outra hoje é o grande desafio que também faz parte do pensamento do empresário de negócios pet do século 21.

Pense nisto e mãos à obra.
 
Elberto Mello
www.canbyo.com

 


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