Inclusão de pessoas com deficiência: não é só dinheiro, é consciência social

Categoria: Administração

Autor(a): Tadeu Morais | Colaborador(es): Jornalismo Top.Co. | Cidade: Campinas | 17/01/2018 - 11:27

A lei obriga somente as grandes organizações a contratarem pessoas com necessidades especiais. No entanto, algumas empresas menores já adotam essa prática
iStock/ Wavebreakmedia

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O índice de empregos criados no Brasil ainda não significa igualdade de oportunidades. Ainda hoje, o homem, por exemplo, tem mais chances de conseguir um bom trabalho, ou seja, mais bem remunerado do que a mulher. As minorias, por sua vez, ainda têm um tratamento diferenciado no mercado de trabalho. E a pessoa com deficiência é um exemplo desse cenário, pois, por mais qualificada que seja, muitas vezes fica excluída ou limitada a trabalhos mecânicos, quando poderia ser aproveitada em funções totalmente intelectuais. 
 

Por que isso se manifesta? Por causa da desinformação. Já passamos da fase do preconceito. Embora sem negar a sua existência, o empresariado mais bem informado já sabe que a contratação se faz pelas competências e não “deficiências” dos candidatos.  

Temos nove milhões de pessoas com deficiência em São Paulo e, desse total, quase cinco milhões ainda não trabalham por absoluta falta de oportunidade. São pessoas que em um ambiente de trabalho integram, ajudam e dão a diversidade necessária para o próprio crescimento da empresa. Pessoas com deficiência também consomem e precisam ser enxergadas e, para isso, integradas.
 

Hoje temos a Lei de Cotas, que obriga empresas com 100 ou mais funcionários a reservar de 2% a 5% de seu quadro para pessoas com deficiência. Portanto, as grandes indústrias do mercado pet devem ficar atentas a essa legislação. Já começamos a ouvir que deverá entrar em vigor a Lei de Cotas para as empresas menores, provavelmente com 50 funcionários. Mas você, empresário e proprietário de um pequeno pet shop em constante expansão, vai esperar por uma lei que o obrigue a contratar? Saia na frente e faça a sua parte! 
 

A pessoa com deficiência, hoje, mais do que receber um salário, precisa ter assegurado o seu direito básico ao trabalho e ao desenvolvimento de seu potencial. Só dessa forma, com o reconhecimento de suas habilidades, é que essa parte da população vai se sentir efetivamente contemplada. O dinheiro necessariamente precisa estar atrelado ao sentimento de estar integrado. 

 

 

SECRETARIA DO EMPREGO E RELAÇÕES DO TRABALHO (SERT)

 

 

A SERT faz um trabalho importante em todo o estado de São Paulo com o Programa de Apoio à Pessoa com Deficiência (PADEF), ao qual todo empresário pode ter acesso. A princípio é realizada uma palestra de conscientização e integração que facilita esse processo. O empregador que opta por contratar a pessoa com deficiência tem mão de obra capacitada e, pelo que comprovam os números, profissionais extremamente fiéis à empresa onde trabalham. 

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